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13 de abril de 2007

Sexta treze

Se tem um negocinho com o qual nunca me preocupei é essa tal de superstição. Passar embaixo de escada, gato preto, espelho...me poupe, faço tudo! (A única exceção é o tal do "brindar sem beber... e beber sem brindar". Não custa garantir). Mas hoje minha sexta foi/é muito treze! Para se ter idéia, nesta semana difícil (maldita é muito feio), teve caso de polícia no trabalho (federal!), babá saindo, dor de cabeça entrando, menstruação chegando e trabalho acumulando. Hoje foi o fechamento perfeito, quando, ao chegar no restaurante para almoço com colegas de trabalho, uma amiga, sem querer, fechou a porta do carro no meu dedinho polegar direito, coitado! Passei uns 30 segundos até a porta destravar, abrir e eu tirar a mão. Mas sou tão implicante com a superstição que me considero sortuda neste diazinho estranho. Sim, estou escrevendo neste momento (canhotinha que sou), oras. Como estava chegando ao restaurante, pedi correndo gelo e meti a mão num balde geladíssimo por uns 40 min. O dedo tava muito amassado, coisa horrível, mas sou uma mulher de sorte: não quebrou nem ficou pendurado (como vi em casos passados com duas amigas); tá só inchadão e doendo pacas! Duas colegas correram pra comprar o remédio prescrito pelo médico(por fone) enquanto outra me distraía falando descontroladamente (sim, elas estavam mais desesperadas do que eu. Rá, não sabem o que é parir gêmeos!) Após o remédio, a dor passou, comi picanha (carne vermelha? oh no! Mas hoje fiz questão...embora esteja enjoada até agora), tomei duas cervejas, ri bastante e ainda vou pro Abril Pro Rock, que eu mereço! Ah, e hoje a pessoa que provocou o caso de polícia no trabalho devolveu o objeto (valioso e tombado,pa-tri-mô-nio da Uniããão!) que havia sido "levado emprestado". Se até amanhã der tudo certo, continuarei nem aí pra figas, talismãs e sal grosso. Nem se o Santinha continuar a cair (até porque aquela vitória sobre a Coisa devolveu toda a moral do Mais Querido! Quá-quá-quá!).