
De morango ou chocolate. Azul ou vermelho. De noite ou com sol. Natural ou com gás. Frito ou cozido. À vista ou no cartão. Escolhas podem ser simples, mas nunca banais. A complexidade está justamente no respeito à outra opção, a rejeitada. Ela pode virar um desagradável "e se" ou um sempre incoveniente "poderia ter sido". E nada parece tão deprimente do que viver de arrependimentos ou apego a probabilidades, quimeras e distorções românticas da realidade. Fiquemos, pois, com a busca pelo nosso equilíbrio, para que tenhamos a firmeza de escolher e a certeza de acertar.